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Shell V-Power é única com dois carros no Q3

Em condições muito difíceis, Ricardo Zonta e Átila Abreu avançam à fase final do treino ficam com o quinto e sexto lugares no grid.

Os treinos livres literalmente não serviram para nada no Velopark, já que, ao contrário da sexta-feira de muito calor, o treino classificatório deste sábado para a primeira prova da rodada dupla foi disputado debaixo de chuva, e Ricardo Zonta e Átila Abreu tiveram de superar as condições difíceis para ocupar a terceira fila.

Depois do sol forte e pista seca nos treinos de ontem, o tempo virou e os primeiros pingos começaram a cair no fim da sessão livre que abriu o sábado. Ainda com o asfalto seco, Átila foi o quinto mais rápido, duas posições à frente de Zonta.

A dupla da Shell Racing entrou no primeiro grupo no Q1 e a chuva estava quase parando, o que tornou a sessão uma loteria. Quem entrou primeiro tinha medo de a pista secar no segundo grupo, e Átila e Zonta ficaram em quinto e sexto. Mas a chuva virou temporal, e todos os pilotos do primeiro grupo avançaram ao Q2.

A segunda etapa do treino começou com chuva forte e logo de cara um acidente causou uma bandeira vermelha. Como a chuva só apertava, a direção de prova esperou quase duas horas para liberar novamente a pista. Num Q2 frenético, Átila conseguiu o quarto tempo e Zonta, o sexto, com ambos avançando à fase decisiva do treino.

No Q3, Zonta foi o primeiro a entrar na pista e conseguiu a quinta colocação, enquanto Átila, que foi o terceiro a buscar tempo, ficou em sexto lugar, fechando a terceira fila. Diante da dificuldade de se ultrapassar na pista mais curta do calendário, um ótimo resultado para a Shell v-Power.

A largada para a primeira prova da rodada dupla no Velopark será às 12h20. A segunda corrida será disputada às 13h30, com inversão do grid entre os dez primeiros da bateria inicial. A transmissão ao vivo será do SporTV2.

 

O que eles disseram:

"É claro que trabalhamos totalmente para o seco o fim de semana todo, mas o carro demonstrou potencial bem forte na chuva. É difícil se posicionar para abrir volta e não errar, outros erraram na minha frente e me prejudicaram. Mas estou bem feliz de estarmos com os dois carros entre os seis primeiros. Aqui a classificação é muito importante, então o quinto lugar é bom de se largar, e vamos fazer um bom trabalho. A previsão é de pista seca. Nosso carro tem um potencial de seco muito forte para ir para cima dos carros da frente"

Ricardo Zonta, piloto do carro #10

 

"Se a classificação tivesse sido no seco talvez tivéssemos outro resultado porque o carro estava competitivo, mas na chuva saímos no lucro. Teoricamente o nosso grupo era para ter sido o mais lento, mas quando acabou caiu um pé d'água, e o segundo grupo não pôde melhorar, o que nos beneficiou dessa vez, já que em outras tomadas fomos prejudicados. No Q2, mesmo com o tráfego, conseguimos entrar. E no Q3 faltou um pouco, poderia ter terminado em quarto, mas meu carro destracionou muito e saiu de frente, não foi uma volta perfeita. Mas é importante estar no Q3, no grupo da frente. A corrida é outra dinâmica, deve estar seco, e vamos lá. Vamos começar a colher os bons resultados. Temos de largar como em todas as outras pistas, mas aqui é mais difícil, então largar na frente é importante, já ajuda. No seco, o Zonta e eu éramos os mais rápidos entre os seis primeiros do grid, então vamos aproveitar essa velocidade"

Átila Abreu, piloto do carro #51

 

"É o primeiro passo. Estávamos bem confiantes no seco, mas a chuva mudou tudo e sabemos que é impossível ter um carro perfeito nessas condições porque mudam o tempo todo. O saldo é bem positivo, com chances de um bom resultado amanhã"

Thiago Meneghel chefe da Shell Racing


Grid de largada no Velopark:

1º C.Bueno - 1m02s888
2º A.Khodair - 1m03s386
3º L.Foresti - 1m03s705
4º V.Brito - 1m03s710
5º R.Zonta - 1m03s998
6º Á.Abreu - 1m04s155

 

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

 

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