Para pilotos, Stock Car é diferente do turismo internacional

Competidores acreditam que categoria brasileira não é semelhante a DTM e Turismo Carretera

Com a novidade de pilotos convidados para a etapa de abertura neste final de semana, a lista dos nomes confirmados passa pelas mais diferentes categorias. Mas algo que é inevitável é comparar as disputas internacionais de turismo com a prova brasileira.

Alguns dos exemplos “gringos” que aparecem nos currículos dos competidores chamados para a corrida deste domingo (23) são o DTM, TC 2000, Turismo Carretera, FIA GT, entre outros. Porém, o que alguns pilotos afirmam e ressaltam é que não existem comparações entre as categorias.

Um nome que defende a bandeira é Augusto Farfus, que fará par com Rubens Barrichello. Para o competidor da disputa alemã, o carro de Stock Car é completamente diferente de qualquer outra coisa. “O carro não é nada parecido com GT, com o Mundial de Turismo, com DTM, é outra coisa de se pilotar, mas é um carro de corrida”, explicou o representante da Full Time.

“A diferença é enorme entre os carros, não dá para você comparar nada com a Stock, pois existem muitas coisas diferentes como o regulamento e a realidade da categoria”, emendou o vice-campeão da última temporada do DTM.

Quem acompanha o pensamento do competidor é o argentino Pato Silva, que já foi campeão na Turismo Carretera e na TC 2000. Para ele, a categoria brasileira tem um carro mais potente. “É totalmente diferente. Stock Car é mais potente, um carro que vai mais rápido, tem mais velocidade nas curvas. Aqui os carros são mais de corrida, e isso era algo que me preocupava em como eu poderia andar, ainda mais com tantos pilotos experientes e importantes”, completou o companheiro de Cacá Bueno.